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Spot e Jingle: qual a diferença e que diferença isso faz pro meu negócio

Atualizado: Mar 23

Hoje gostaríamos de colocar um assunto polêmico na mesa. Mas primeiro, vamos explicar o que são esses nomes esquisitos aí do título, Spot e Jingle. Depois vamos conversar um pouco sobre suas características e aplicações.


Bom, mais que nada, acreditamos que você já deve ter ouvido falar nesses dois nomezinhos em inglês, correto? Se não, fica tranquilo que a gente vai esmiuçar cada um deles.


Ambos são terminologias que dizem respeito ao mundo do rádio. O spot é uma gravação com fins publicitários onde se explora um texto, um diálogo ficcional ou até experimentações sonoras, que brincam com a audição do ouvinte aguçando o seu interesse. Já o jingle é sempre uma composição musical, onde a partir de ritmos e letra, explora atributos de uma marca, produto, pessoa, etc. A priori, é mais convencional a utilização de jingles para campanhas políticas, marcas com forte apelo popular ou até sátiras e paródias.



Confira esta inusitada entrevista com o compositor do Jingle de campanha de um dos candidatos a presidência de 2018.


Para se criar este tipo de trabalho é preciso a expertise de pessoas com facilidade na criação de roteiros e/ou melodias, porque transmitir uma premissa de marca através de som (e que isso marque por ser original e bem feito) se faz com muito trabalho técnico e conhecimento de causa.


Ok, entendi, mas porque esse tema é polêmico?


Basicamente pela seguinte discussão: o rádio, em plena revolução digital, não é um meio obsoleto? A resposta é simples: depende do ponto de vista.


Hoje em dia muitas marcas estão tendo acesso às principais ferramentas digitais, destacadamente as redes sociais. A questão é que, em entrelinhas, quando todo mundo está no mesmo meio é difícil se diferenciar no mercado. Aí que o rádio pode surgir na sua estratégia de marketing. A saber, muita gente defende fervorosamente o rádio porque sabe que essa mídia ainda possui muito público (motoristas no trânsito, transmissões de jogos, noticiários, etc).


E outra: ela tem um custo infinitamente mais baixo que outras das mídias tradicionais, como jornal, televisão, outdoors e afins. Claro que cada uma delas possui suas vantagens e também porquês dentro de um planejamento estratégico de marca. Tudo deve ser amplamente estudado e desenvolvido com seu devido foco.


Se esse tema aguçou sua curiosidade, dá só uma conferida nesse link, ali tem alguns grandes cases de rádio criados no Brasil e no mundo.


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